[vc_row][vc_column][swmsc_simple_section id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]A Mata Atlântica é tão bela quanto biodiversa e, para os amantes da natureza, é o cenário ideal para uma escapada de fim de semana, com trilhas, cachoeiras e uma fauna abundante. Contudo, após centenas de anos de desmatamento, menos de 10% da floresta original permanece. Após um grupo de profissionais ambientais passar um fim de semana explorando a floresta e projetos ambientais que buscam protegê-la, o consenso foi unânime: os esforços para restaurar a Mata Atlântica ao seu esplendor original podem fazer uma diferença notável para o meio ambiente e a economia local.[/swmsc_text_block][/swmsc_simple_section][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”26459″ img_size=”large” alignment=”center” css=”.vc_custom_1730132737441{margin-top: 35px !important;}”][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][swmsc_simple_section id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””] Ilona Szabó de Carvalho, cofundadora e diretora executiva do Instituto Igarapé e membro do Painel de Alto Nível do Secretário-Geral das Nações Unidas para o Multilateralismo Eficaz, convidou líderes de instituições mundialmente reconhecidas para explorar projetos ambientais na Mata Atlântica. Os participantes representavam diversas instituições, incluindo o Royal Botanic Gardens, Kew, a Universidade de Gotemburgo, Terradot, e as organizações anfitriãs Eco Caminhos, Associação Ecolibrium e Projeto Araçá. A visita destacou a biodiversidade extraordinária da Mata Atlântica, explorou projetos de conservação em andamento e demonstrou o imenso potencial de expandir essas práticas sustentáveis por toda a região, servindo como modelo para iniciativas de restauração ambiental em escala mais ampla.[/swmsc_text_block][/swmsc_simple_section][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”26441″ img_size=”full” css=”.vc_custom_1730134836491{padding-right: 40px !important;}”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]
Dia 1: Projeto Araçá – Um Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Restauração
[/swmsc_text_block][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][swmsc_simple_section id=”” class=”” style=””][vc_single_image image=”26449″ img_size=”full” alignment=”center” css=””][/swmsc_simple_section][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]O primeiro dia da viagem levou os participantes ao Projeto Araçá, onde exploraram o trabalho em andamento no Centro de Pesquisa em Biodiversidade na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Alto da Figueira. Este projeto foca na restauração da biodiversidade na Mata Atlântica, combinando pesquisa científica com esforços práticos de conservação. Alexandre Antonelli, diretor fundador do Araçá, explicou que, no curto período em que realizaram pesquisas em Alto da Figueira, já identificaram 100 novos tipos de insetos que não estavam registrados em nenhum outro lugar.
Os participantes discutiram a necessidade crítica de corredores ecológicos e zonas de amortecimento expandidas para ajudar a regenerar a floresta e conectar ecossistemas fragmentados. As discussões também abordaram o potencial do ecoturismo como uma ferramenta para a conservação e o desenvolvimento sustentável. O ecoturismo oferece uma maneira de gerar benefícios econômicos para as comunidades locais, ao mesmo tempo em que conscientiza e financia os esforços de preservação ambiental. Ao atrair visitantes para experimentar a rica biodiversidade da Mata Atlântica, o ecoturismo pode apoiar os esforços de conservação contínuos e criar empregos em áreas rurais.[/swmsc_text_block][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]
Dia 2: Eco Caminhos – Agrofloresta e Agricultura Sustentável
[/swmsc_text_block][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]No segundo dia, os participantes visitaram a Eco Caminhos, onde conheceram a bem-sucedida integração de agrofloresta e permacultura para restaurar terras degradadas e produzir café especial de alta qualidade. Este projeto serve como um exemplo de como práticas agrícolas sustentáveis podem apoiar tanto a restauração ambiental quanto as economias locais.
Em colaboração com a Associação Ecolibrium, a Eco Caminhos está construindo um centro de treinamento de 1200 m², com técnicas de construção natural, para ensinar agricultores locais práticas sustentáveis de agrofloresta. O objetivo é apoiar 10 fazendas nos próximos 10 anos, restaurando 300 hectares de floresta nativa. Com sucesso, este projeto poderia ser replicado em outras regiões do Brasil e ao redor do mundo, amplificando seu impacto positivo na biodiversidade e no uso sustentável da terra.[/swmsc_text_block][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”26467″ img_size=”full” alignment=”center” css=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]
Discussões Futuras: Ampliando Soluções Sustentáveis
Esta visita de campo enfatizou o potencial da restauração da natureza para enfrentar múltiplos desafios globais, desde a melhoria dos meios de subsistência locais até o aumento da biodiversidade, combate às mudanças climáticas e promoção do ecoturismo. Os participantes discutiram a importância de expandir modelos de sucesso como os vistos no Projeto Araçá e na Eco Caminhos para outras regiões, com o objetivo de restaurar mais ecossistemas e impulsionar economias locais por meio de iniciativas de turismo sustentável.
O próximo passo envolve mais discussões entre os participantes para desenvolver projetos voltados para enfrentar esses desafios ambientais e expandir o alcance dessas soluções sustentáveis globalmente. [/swmsc_text_block][vc_single_image image=”26461″ img_size=”large” alignment=”center” css=”.vc_custom_1730132875135{margin-top: 35px !important;}”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_text_block id=”” class=”” style=””]
Agradecimentos
A visita de campo foi organizada em colaboração com o Instituto Igarapé, Projeto Araçá, Eco Caminhos, Associação Ecolibrium, Royal Botanic Gardens, Kew, Universidade de Gotemburgo e Terradot. Os participantes ficaram hospedados no Vale das Seriemas, onde desfrutaram de vistas incríveis, acomodações confortáveis e uma deliciosa comida no restaurante local.
Entre os participantes estavam Ilona Szabó de Carvalho, Johannes van de Ven, Karine Bresolin, Bart Bijen, Fausto Amadigi, Julia Marisa Sekula, Carolina Graça, Carlota Szabó de Carvalho, Alexandre Antonelli, Thomas Berg, PhD, e Hannes Dempewolf.[/swmsc_text_block][/vc_column][/vc_row]