Categoria: Bioconstrução

  • Um Novo Caminho para um Impacto Duradouro: Fortalecendo Organizações Regenerativas de Pequeno Porte

    Um Novo Caminho para um Impacto Duradouro: Fortalecendo Organizações Regenerativas de Pequeno Porte

    Por que é Urgente Traçar um Novo Caminho

    Em um mundo cada vez mais individualista e fragmentado, as organizações regenerativas oferecem uma resposta poderosa à crise climática, ao êxodo da juventude rural e ao aumento das desigualdades sociais. Apesar de melhorias macroeconômicas, muitos jovens nas áreas urbanas continuam enfrentando desemprego, informalidade e falta de oportunidades reais de crescimento pessoal e profissional.

    A urbanização do Brasil e a relação com a densidade demográfica

     

    Segundo o portal Conexão Escola, o processo de urbanização no Brasil está diretamente ligado à densidade demográfica e provocou um êxodo rural expressivo. De 2010 a 2022, a população rural brasileira caiu de 15,6% para 12,6%, enquanto a urbana subiu de 84,4% para 87,4%. Esse fenômeno reflete não apenas uma mudança territorial, mas também o deslocamento forçado de comunidades rurais pela falta de oportunidades — reforçando a urgência de fortalecer organizações regenerativas no campo.

     

    É nesse cenário que surgem o Eco Caminhos e a Associação Ecolibrium, com sede em Nova Friburgo, Brasil. Juntos, eles estão desenvolvendo um modelo inovador que integra de forma harmônica os pilares ecológico, social e econômico — provando que é possível regenerar a terra, empoderar pessoas e construir sistemas financeiramente sustentáveis.

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  • Visitando o Eco Lodge: turismo ecológico na Eco Caminhos

    Visitando o Eco Lodge: turismo ecológico na Eco Caminhos

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    Se você está em busca de uma escapada que ofereça contato direto com a natureza e práticas ecológicas, sem deixar de lado o conforto e muita beleza, o Eco lodge pode ser a opção ideal. Esse espaço não é apenas um refúgio tranquilo construído com materiais naturais, mas a oportunidade de conhecer a região serrana do rio de janeiro e o projeto agroflorestal da fazenda onde está localizado. Vamos explorar o que torna um Eco lodge tão especial e por que essa pode ser sua próxima aventura!

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    O Que é o Eco Lodge?

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    O conceito de Eco Lodge vai além de uma simples hospedagem. É um espaço construído com o propósito de integrar o turismo com responsabilidade. Desde a sua concepção, tudo foi pensado para fornecer uma experiência confortável para os usuários, através de estratégias de baixo impacto ambiental e de muito contato com a natureza.

    Ao se hospedar no Eco Lodge, você terá a oportunidade de vivenciar uma fazenda agroflorestal no interior do rio de janeiro, onde o foco está na recuperação do solo através dos pilares da permacultura. Além de ser um lugar de descanso, é também um espaço de aprendizado e reconexão.

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    Localização e Paisagem

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    Localizado na fazenda Eco Caminhos, no município de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, o ambiente oferece uma oportunidade única para os hóspedes de se desconectarem do ritmo frenético da vida urbana e se reconectarem com a vida rural integrada com a natureza. O Eco Lodge está rodeado por muitas montanhas, trilhas e perto de rios e cachoeiras. Em meio a Mata Atlântica, em uma região rica de biodiversidade, conhecida pelas muitas trilhas, picos para montanhismo e referência gastronômica e do cultivo de hortaliças, morango e flores.

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    Experiência Única

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    Construção com Materiais Naturais

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    O Eco Lodge, assim como as outras construções da fazenda, é construído utilizando materiais locais e técnicas de bioconstrução, como o Cob (uma mistura de terra, areia, agua e capim), telhado verde, madeira reciclada, ripas de bambu e pedras naturais. Os materiais escolhidos garantem o conforto térmico durante o dia e a noite e a grande captação de luz natural, reduzindo energia e climatização artificial. Além disso, o design foi cuidadosamente planejado para se integrar ao ambiente natural e trazê-lo para o interior.

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    Gestão de Energia e Resíduos

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    A energia da casa e o aquecimento da água é obtida por meio de fontes renováveis, como painéis solares, o telhado verde e as paredes de cob garantem o isolamento térmico, temos gestão de resíduos, que inclui reciclagem e compostagem e o sistema de tratamento das águas residuais, pretas e cinzas, é feito através da bacia de evapotranspiração, com bananeiras.

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    Alimentos Orgânicos

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    Além disso, mediante solicitação, promovemos acesso aos ingredientes cultivados em nossa própria fazenda e região, garantindo refeições frescas e nutritivas que respeitam o ciclo natural da terra.

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    Conexão com a Natureza

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    Oferecemos sugestões aos nossos hóspedes para as diversas atividades ao ar livre no entorno. Entre as opções estão trilhas pelas montanhas mais conhecidas e visitas a cachoeiras próximas.

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    Educação Ambiental

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    Além de aproveitar a paisagem, os hóspedes têm a chance de aprender mais sobre permacultura. Podemos oferecer oficinas e workshops sobre temas como bioconstrução e agrofloresta, onde os visitantes podem aprender práticas eco lógicas que podem ser levadas para o dia a dia.

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    Participação Comunitária

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    Outro diferencial é a possibilidade de participar de projetos que envolvem a comunidade local, conhecendo mais sobre as tradições, cultura e gastronomia da região.

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    Depoimentos de Hóspedes

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    Nada melhor do que ouvir de quem já viveu a experiência. Confira alguns depoimentos do Airbnb de hóspedes que passaram pelo nosso Eco Lodge:

    “A hospedagem foi ótima. O local é ainda mais bonito do que as fotos de apresentação. A casa é muito bem equipada e foi possível cozinhar para oito pessoas com os utensílios oferecidos. A temperatura no interior da casa é sempre muito agradável, tanto em dias ensolarados quanto em noites mais frias. As camas são confortáveis e os banheiros estavam muito limpos. Maria Ines nos recebeu muito bem e esteve sempre disposta a nos ajudar. Recomendamos a hospedagem.” – Kamilla

    “Lugar sensacional, casa muito bem equipada, com ambientes muito  espaçosos, com excelentes móveis e uma incrível visão do vale e das montanhas. Ao chegar no local fomos muito bem recebidos pela Sra. María Inês que nos passou todos os detalhes e funcionamento da casa. Falando melhor da casa, esta é uma atração a parte, uma construção sustentável, confortável, diferente além de ficar localizada dentro de uma fazenda. Vale muito apena a estadia nesta casa e neste local. Há Muitos atrativos na região, a própria fazenda oferece alguns e nos arredores pode-se encontrar cachoeiras, trilhas e a própria cidade de Nova Friburgo. Um lugar pra voltar novamente.” – Luis

    “Que momento incrível que tivemos! A casa é tão lindamente decorada, a vista é de tirar o fôlego e será apenas você e a natureza ao redor. Para nós, pessoas da cidade, era tudo o que precisávamos. Pássaros nos visitando na varanda, o som distante das vacas no prado, o som calmante da natureza. E à noite nem isso: silêncio total sem barulho! Que experiência notável em si! Ah, e não se esqueça de comprar alguns vegetais frescos do anfitrião: cenouras, alface, milho – delícia caseira! Leite fresco que tem gosto de como eu acho que o leite tinha gosto há 50 anos, de vacas felizes se alimentando de grama verde fresca. A adorável anfitriã María Ines também foi muito prestativa e nos fez sentir muito bem-vindos. Obrigado!” – Johannes

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    Por Que Visitar o Eco Lodge?

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    Visitar o Eco Lodge é muito mais do que uma simples estadia, é uma oportunidade de imergir em um estilo de vida sustentável, aprender com a natureza e apoiar iniciativas de turismo responsável, contribuindo ainda para a continuação de um projeto agroflorestal. Se você busca uma viagem com propósito e quer fazer parte de uma mudança positiva no mundo, considere fazer sua próxima aventura na EcoCaminhos!

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    Pronto para Explorar?

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    Se você ficou interessado em viver essa experiência única, entre em contato conosco para reservar sua estadia. Venha com a gente, para além de relaxar em um ambiente acolhedor, também sair com novos aprendizados e uma nova forma de enxergar a relação com a natureza.

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  • ECOLIBRIUM: Bioconstruindo o Futuro

    ECOLIBRIUM: Bioconstruindo o Futuro

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    O Espaço Ecolibrium

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      A Associação Ecolibrium é uma organização sem fins lucrativos que visa promover um ecossistema resiliente, estabelecendo relações conscientes entre agricultura, comunidade e natureza, utilizando como ferramenta a permacultura e valores de respeito, igualdade e colaboração.

       Com isso, damos vida a esse espaço também chamado Ecolibrium, que expandirá o trabalho já desenvolvido pela Ecocaminhos, possibilitando que nossos conhecimentos sobre agrofloresta e bioconstrução possam ser compartilhados com ainda mais pessoas. Através de uma programação educacional mais ampla e inclusiva, capacitaremos nosso público com o conhecimento teórico nesse espaço e continuaremos colocando as habilidades em prática na nossa fazenda. Além disso, também buscaremos a autonomia financeira através do ecoturismo, da organização de cursos e eventos e da venda dos produtos cultivados por nós.

     

    [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26159″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    O Projeto Arquitetônico

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      O projeto arquitetônico desenvolvido pelo arquiteto mexicano Pedro Pizarro Villalobos, foi pensado para receber voluntários, alunos e turistas e conectar instituições, agricultores e construtores locais.

    [/vc_column_text][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][vc_column][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”25985″][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css=””]

      A volumetria é um grande círculo e contará com acomodações coletivas, dentre elas dormitórios e suítes, cozinha, lavanderia e sanitários, além de uma oficina e área multifuncional para a realização das atividades, escritório administrativo e um restaurante com vista para o vale e aberto ao público em geral, tudo isso conectado por um grande pátio central.

    [/vc_column_text][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”2″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”10px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”14px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”25987,25988″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Fases e Estratégias Construtivas

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][gap size=”50px” id=”” class=”” style=””][vc_column_text css=””]

      O projeto está dividido em três fases, atualmente estamos na primeira. É nessa fase em que a maior parte das acomodações de uso coletivo estão tomando forma, como a cozinha, lavanderia, dois sanitários, cinco quartos e duas, das oito suítes.

      A principal técnica utilizada aqui, assim como em todas nossas construções, é o COB, também conhecido como adobe, nesse caso, em paredes maciças de mais de 40 cm, garantindo os confortos térmico e acústico e cumprindo sua função estrutural para receber o telhado verde. Como base dessa parede, utilizamos pedras, uma parte abaixo do solo para fundação, juntamente com uma alta camada de britas e uma tubulação para a drenagem dessa área e outra parte acima, com a função de proteger as paredes da umidade do solo e da chuva, já que os beirais não são tão extensos.

    [/vc_column_text][gap size=”55px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26220″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css=””]

      Aproveitando a grande declividade do terreno, a segunda fase será um pavimento inferior aos da fase um e três, que consideramos o térreo. Para isso, precisará ser construído um muro de contenção e uma estrutura com pilares que sustentarão a terceira fase. Nesse caso as paredes serão apenas de vedação, podendo ser de menor espessura e consequentemente precisará de menos material e agilizará o processo. Senso assim, optamos pela chamada taipa de mão ou pau-a-pique, utilizando um trançado de madeira e bambu, posteriormente coberto pelo COB.

      Na segunda etapa é onde predomina o setor executivo e educacional, onde estará principalmente o escritório administrativo, a oficina e o espaço multifuncional.

    [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][gap size=”55px” id=”” class=”” style=””][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26093″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”50px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][vc_column_text css=””]

      A terceira fase será construída sobre a segunda fase, completando o círculo do térreo e criando um grande pátio interno. Na parte da frente da construção, avança em direção ao vale, um deck de madeira. Nessa fase é onde está planejado toda a estrutura do restaurante, o qual o projeto ainda está em desenvolvimento, e as demais suítes.

      Nesse caso, a escolha da técnica também foi a taipa de mão, por ser mais leve, o que exige menos da estrutura abaixo. Para a cobertura de todo conjunto, foi pensado o telhado verde, porque além de utilizar matéria prima natural, não transmitir calor ao entorno, manter a temperatura interna agradável, ainda é esteticamente incrível e mantém a característica das edificações aqui da fazenda.

    [/vc_column_text][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][vc_column width=”1/2″][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26085″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Primeira Fase – Etapas Construtivas

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26077″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Etapas Executadas:

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    1. FUNDAÇÃO: constituída por uma camada alta de brita de aproximadamente 1 metro, com um sistema de drenagem e coberta por pedras grandes unidas por concreto;

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26045″][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    2. PAREDES – BASE: como um muro de pedras de aproximadamente 40cm de largura e 60cm de altura, distanciando a parede de terra do solo e onde foram fixados esteios de madeira, que auxiliarão na sustentação das paredes, nessa etapa também deixamos as esperas hidráulicas;

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26050″][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    3. PAREDES – COB: obtemos o COB através de uma mistura de terra, areia, capim e água e ele é basicamente o coração da construção, vamos sobrepondo camadas de 40cm de largura e estruturando as paredes, a cada camada, de aproximadamente 30cm de altura, transpassamos ripas de bambus nos esteios, para garantir ainda mais resistência à possíveis movimentações, nessa etapa também passamos os conduítes para instalação elétrica;

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26023″][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    4. VERGAS – para os vãos das portas e janelas utilizamos pranchas de dormentes de trilhos de trem, esse material é reaproveitado e muito resistente, posteriormente é onde serão instaladas as esquadrias e eles também fazem o papel das vergas, após instalá-los continuamos a erguer as paredes;

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26053″][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Etapa em execução:

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    5. “ANEL” DE MADEIRA: quando chegamos há uma altura de 2,50 metros de parede, passamos vigotas de madeira sobre elas, encaixando-as e criando uma espécie de cintamento do conjunto, após isso seguimos com o COB em diagonal para criar o caimento do telhado;

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”full” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26055″][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Próximas Etapas:

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    6. TERÇAS E CAIBROS: passamos perpendicularmente às paredes, as vigas de madeira que sustentarão a cobertura, e sobre elas, os caibros;

    7. FORRO DE COBERTURA: os caibros receberão as tábuas de madeira que constituem o forro e que posteriormente receberão o telhado verde;

    8. TELHADO VERDE: é constituído por um sistema de impermeabilização, um sistema de drenagem e substrato onde serão plantadas espécies vegetais, decidimos cobrir essa parte da obra antes de concluir o lado da varanda, porque estamos entrando no período de chuvas, e com a cobertura podemos seguir o trabalho internamente;

    9. VARANDA: executaremos a fundação dos pilares, os quais serão peças de dormentes de 16x24cm e receberão a mesma estrutura de cobertura da edificação;

    10. CONTRAPISO E PISO: o solo receberá uma camada de argila expandida para isolamento térmico, uma camada em concreto e revestimento com piso de pedra, para ser de fácil manutenção e resistente ao grande fluxo de pessoas que o local receberá;

    11. ACABAMENTOS: nessa fase as paredes são revestidas pelo emboço e reboco, numa mistura de argila, areia, palha moída e cal, usada internamente, e uma mistura de de argila, areia, esterco fresco e óleo de linhaça, usada externamente, também é concluída a instalação elétrica, hidráulica e de esquadrias.

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”60px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][gap size=”10px” id=”” class=”” style=””][swmsc_image_gallery border_radius=”5px” border_width=”0″ border_color=”#e6e6e6″ image_margin=”20px” image_size=”large” columns=”1″ grid_type=”masonry” image_text=”only_title” hover_icon_color=”#ffffff” hover_icon_bg_color=”#f8b54e” title_text_size=”12px” title_text_color=”#555555″ caption_text_size=”16px” caption_text_color=”#777777″ caption_border=”off” id=”” class=”” style=”” image_ids=”26099″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css=””]

      As etapas foram definidas nessa sequência devido ao período de chuvas que inicia normalmente no final de setembro, portanto estamos agilizando para conseguir cobrir o que foi realizado até agora, postergando a realização da varanda e com isso possibilitando a execução dos acabamentos finais debaixo da cobertura.

      Iniciamos a obra em fevereiro deste ano de 2024, graças as doações de parceiros e aos nossos colaboradores, aprendizes e voluntários temporários, que colocaram a mão na massa literalmente, orientados e supervisionados pelo construtor Jorge Dutra e o diretor Bart Bijen. Seguimos agora com nossos esforços voltados para finalizar essa primeira fase e arrecadar recursos para as seguintes.

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”50px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=””]

    Colaboradores:

    [/vc_column_text][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][vc_column_text css=””]Projeto Arquitetônico: Pedro Pizarro Villalobos
    Responsável pela Obra: Arthur Antony
    Mestre de Obra: Jorge Dutra
    Equipe de Obra: Rhana Parajara, Wallace Ferreira e Pedro Lindemann
    Detalhamento de Projeto e Equipe de Obra: Alieska Zancanaro[/vc_column_text][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][vc_column_text css=””]

    Parceiros Investidores:

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    & doadores individuais[/vc_column_text][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][gap size=”30px” id=”” class=”” style=””][/vc_column][/vc_row]

  • Bacia de Evapotranspiração – O que é isso?

    Bacia de Evapotranspiração – O que é isso?

    O que é bacia de evapotranspiração? é um sistema de tratamento de águas residuais que utiliza plantas e solo para remover poluentes e purificar a água. Também conhecida como wetland construído ou zona de raízes flutuantes, contudo, imita os processos naturais de filtragem e purificação da água que ocorrem em pântanos e áreas úmidas.

     

    Evapotranspiração é a soma dos processos de evaporação e transpiração.Eco Caminhos website logo

     

    Como ocorre a Evapotranspiração na bacia?

    Ocorre quando há a transferência de água para a atmosfera a partir das movimentações hídricas da superfície, processos esses conhecidos como evaporação e transpiração. A evapotranspiração depende desses dois processos distintos, pois que ocorrem simultaneamente na superfície terrestre.

    No geral, ela pode ser medida em milímetro por dia (mm/dia) com tanques de água vegetados. Um milímetro significa transferir para a atmosfera um litro de água disponível do solo para cada metro quadrado da superfície.

    Em suma, a evapotranspiração depende de varios fatores, como manejo, uso e umidade do solo, condições climáticas, por causa de incidência de radiação solar e temperatura, e características da vegetação em questão. Ela pode ser dividida em evapotranspiração real, potencial, de referência e evapotranspiração da cultura.

     

    Processos que compõem uma bacia de evapotranspiração

     

    Evaporação e Transpiração

    primeira camada de materiais: pneus e pedra rachão. A evaporação é um processo físico de mudança de fase, que ocorre do estado liquido para o estado gasoso da água.

    Ela acontece nos oceanos, lagos, rios, solos e vegetações. Vale ressaltar que a evaporação é uma transformação endotérmica. Isso significa que ela absorve calor durante a sua ocorrência.

    A transpiração é um processo biofísico em que um vegetal expele a quantidade de água excedente através de suas folhas.

    O processo de transferência da água utilizada no metabolismo da planta para a atmosfera ocorre pelos estômatos e pela cutícula.

    eco caminhos website logo 2

     

     

    ecolibrium project logogrupo de pessoas trabalhando na construção de uma bacia

    Os estômatos se localizam na epiderme das folhas, geralmente em sua parte inferior. Essas estruturas possuem a capacidade de abrir e fechar, permitindo a troca de gases com o ambiente e a saída de vapor.

    Por outro lado, a cutícula que reveste as folhas pode ser considerada impermeável. Assim, há apenas uma pequena perda de água para a atmosfera.

    Evapotranspiração em ambientes áridos

    Em ambientes áridos pode ser um processo desafiador devido à falta de umidade e à escassez de água disponível. No entanto, mesmo em ambientes áridos, a evapotranspiração ainda ocorre, embora em taxas mais baixas do que em áreas mais úmidas.

     

    A evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e da transpiração das plantas. Em ambientes áridos, a evaporação é mais significativa do que a transpiração, devido à falta de vegetação e à baixa umidade do solo.

    precipitação, evaporação e transpiração

    A evaporação ocorre quando a água no solo se transforma em vapor devido à energia solar e ao calor. Em ambientes áridos, a falta de umidade do solo e a alta temperatura podem resultar em uma evaporação mais rápida.

     

    Em ambientes áridos também ocorre a transpiração das plantas, embora em menor escala devido à falta de vegetação. As plantas em ambientes áridos geralmente têm adaptações especiais para conservar água, para reduzir a perda de água por transpiração.

    A compreensão desses processos em ambientes áridos é fundamental para a gestão sustentável dos recursos hídricos nessas áreas.

    modelo de uma bacia de evapotranspiração

     

     

    Quais são os tipos de evapotranspiração?

     


    preenchendo bacia com camada de terra.

    Real ou atual (ET): A quantidade de água que é trazida para a atmosfera por evaporação e transpiração, considerando as condições reais, inclusive a quantidade de água disponível no solo e os fatores atmosféricos em vigor.

    Potencial (ETp): Medida de quantidade de água que é cedida para a atmosfera por meio dos processos combinados de evaporação e transpiração em uma ampla região coberta por vegetação.

    De referencia (ETo): é a medida da quantidade de água entregue para a atmosfera quando há alta disponibilidade de água no solo.

    De oásis (ETO): é o processo de evaporação e transpiração que ocorre em uma região de vegetação irrigada, delimitada por uma vasta área de aridez.

    Da cultura (ETc): refere-se a evapotranspiração de uma cultura em condições ideais de desenvolvimento, sem restrição de agua.

     

     

     

    Qual é o papel da Evapotranspiração na Permacultura?

     

    ilustração do papel da evapotranspiração na permacultura.

    Na permacultura , o papel da evapotranspiração é crucial para o funcionamento do sistema. Através do processo combinado de evaporação da água do solo e transpiração das plantas.

     

    Na permacultura, a evapotranspiração desempenha diversos papéis importantes:

     

    • Ciclo da água:

      Quando a água é evaporada da superfície do solo e das plantas, formando nuvens e eventualmente retornando à terra na forma de chuva, isso ajuda a manter o equilíbrio hídrico do sistema permacultural.

     

    • Regulação da temperatura:

      Quando a água evapora das plantas e do solo, ela retira calor do ambiente, resfriando-o. Isso é especialmente importante em climas quentes, onde a evapotranspiração pode ajudar a reduzir a temperatura e criar um ambiente mais confortável para as plantas e os seres vivos.

     

    • Umidade do ar:

      Aumentada ao liberar vapor de água na atmosfera. Isso é benéfico para as plantas, pois ajuda a evitar o ressecamento e a desidratação. Além disso, a umidade do ar pode atrair polinizadores e beneficiar a biodiversidade no sistema permacultural.

     

    • Nutrientes e ciclagem de água:

      Também facilita a ciclagem de nutrientes no sistema permacultural. À medida que a água evapora, os nutrientes dissolvidos na água são transportados para as plantas, onde são utilizados para o crescimento e desenvolvimento. Quando as plantas transpiram, esses nutrientes são devolvidos ao solo, enriquecendo-o e promovendo a fertilidade.

    imagem aerea pessoas espalhando brita na bacia de evapotranspiração.

    vista ensolarada bacia de evapotranspiração.

    Em resumo…

     

    A evapotranspiração desempenha um papel transformador na permacultura, para o ciclo da água, regulando a temperatura, aumentando a umidade do ar e facilitando a ciclagem de nutrientes. Compreender e aproveitar esse processo é fundamental para o sucesso de um sistema permacultural sustentável.

    pessoas sentadas em torno de uma bacia de evapotranspiração

    Fonte de Pesquisa: https://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-04/baciadeevotranspiracaobet.pdf

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    Mais Sustentável Não Precisa Significar Menos Confortável

    Uma família compartilha suas experiências de hospedagem no recém-construído Eco Lodge da Eco Caminhos

    Por Liuan Huska, voluntária 

    “Se você quer tratar bem o meio ambiente, vá construir um barraco na floresta, dance seminu ao redor do fogo e se desligue do sistema.” Essa é a essência do que meu marido, Matt, me disse em uma de nossas muitas discussões sobre meus ideais ambientais e a realidade moderna.

    No meu mundo ideal, quero ser um impacto positivo e não negativo na Terra. Mas a realidade é que vivemos em uma sociedade global estruturada em torno do alto consumo de energia, desrespeito à natureza e esgotamento dos recursos naturais. É difícil, por conta própria, escapar da vida neste sistema.

    Diante dessa realidade, a ideia de vida sustentável em muitos casos tem equivalência à ideia de sacrifício. Para sermos gentis com o planeta, pensamos que devemos sacrificar nossas conveniências, nossa carne, nossos voos e confortos de criatura, como uma casa quente no inverno. Assumimos que reduzir nossa pegada de carbono significa que temos que retroceder na trajetória do progresso humano. Temos que regredir a um modo de vida mais primitivo, menos confortável.

    Ainda acho que precisamos mudar drasticamente nossa compreensão de uma “vida boa” para menos materialismo e consumo. Mas morar no Eco Lodge aqui na Eco Caminhos me fez questionar a equação de MAIS SUSTENTÁVEL = MENOS CONFORTO.

    O que é a Eco Caminhos e o Eco Lodge?

    A Eco Caminhos é uma fazenda de permacultura nas montanhas no norte do Rio de Janeiro, dentro do ecossistema da Mata Atlântica. Seu foco principal está na bioconstrução (usando materiais sustentáveis, locais e naturais) e agroflorestra (integrando árvores e imitando sistemas florestais no cultivo). Eles também recebem uma variedade de pessoas para participar e aprender, incluindo aprendizes brasileiros locais, voluntários internacionais de curto e longo prazo e famílias, como nós.

    O Eco Lodge do Eco Caminhos.

    O Eco Lodge é o terceiro grande projeto/habitação bioconstruído que Bart Bijen (o fundador da Eco Caminhos) e sua equipe assumiram. Ao entrar nos portões da fazenda, localizada na periferia da cidade de Nova Friburgo, você pode ver o Eco Lodge empoleirado no topo de uma estrada íngreme e em ziguezague que vai até a propriedade. É uma bela estrutura – contornos de madeira rústica, base de pedra, paredes em tons de terra, videiras do telhado verde penduradas e uma ampla área de viver revestida de vidro que se abre para um deck de madeira reciclada em que se pode olhar a extensão das montanhas e o vale do Cardinot.

    A habitação em processo da construção.

    Desde que começamos a viajar pela América do Sul há três meses, o Eco Lodge é a acomodação mais luxuosa em que ficamos. Também é, surpreendentemente, a mais sustentável. O edifício é feito quase inteiramente de materiais sustentáveis: rochas de origem local, madeira reciclada e paredes que consistem em uma mistura de argila, areia, grama e esterco (quase todos encontrados na propriedade). Havia alguns elementos que precisavam ser obtidos de mais longe, por exemplo, vigas de madeira de lei (certificadas como não provenientes da floresta amazônica), várias luminárias, gesso para as divisórias dos quartos do andar de cima e alguns acabamentos em madeira.

    Filtro de banana de águas residuais.

    Conectada ao sistema de energia solar líquida zero, toda a eletricidade que usamos no Eco Lodge é renovável e livre de carbono. O fogão de indução é elétrico e a água quente é alimentada por uma caldeira solar e, a habitação não utiliza gás natural. Nosso abastecimento de água é filtrado depois de vir de nascentes das montanhas de altitude mais alta, e nossas águas residuais vão diretamente para um sistema de filtro de banana de água preta e água cinza abaixo da casa.

    Como é se hospedar no Eco Lodge?

    Mais quente

    Ficamos em um condomínio não muito longe da Eco Caminhos no primeiro mês de nossa estadia no Brasil, durante os meses de julho e agosto. Embora este fosse um bairro de classe alta, a casa foi construída em estilo típico brasileiro – paredes de concreto, telhado de telha e correntes de ar. (O concreto, embora barato e conveniente, tem uma enorme pegada de carbono.) Os invernos nesta área são amenos para os padrões do Meio-Oeste dos EUA, com temperaturas chegando a 40 graus Fahrenheit, ou cerca de 5 graus Celsius. Mas sem aquecimento ou isolamento interno, isso se traduz em desconforto considerável. Em alguns dos dias mais frios, nos enrolávamos em cobertores, colocamos música de dança e fazíamos tudo o que podíamos para nos manter aquecidos.

    O Eco Lodge, com suas grossas paredes de terra, mantém o calor no inverno e se mantém fresco no verão. Apesar de alguns dias chuvosos e frios aqui, não sentimos tanto frio quanto nas outras casas brasileiras em que ficamos. Nossos filhos também gostaram muito de cuidar da lareira à lenha, que é equipada com um ventilador que distribui o calor por toda a casa.

    À medida que o mundo se ajusta a climas mais extremos, podemos nos inspirar em casas como essas. O Eco Lodge é construído com atenção ao microclima local, como a posição do sol, as sombras das montanhas, a forma como a água flui para baixo e os padrões do vento. Pegando as pistas da natureza, o objetivo é trabalhar com, em vez de contra, os elementos. Ao construir de forma inteligente e consciente, podemos preservar o conforto humano sem danificar ainda mais os ecossistemas que nos sustentam.

    Pequenos ajustes para contar com energia renovável

    A energia solar é apenas isso – vinda do sol. A fazenda produz energia solar por meio de 16 painéis instalados na cobertura de um pavilhão multiuso e utiliza caldeiras solares para aquecimento da água. Mas nos dias em que não está ensolarado, esses painéis não estão produzindo o suficiente para o uso diário. A tecnologia de armazenamento de bateria disponível ainda é muito cara e ineficaz para justificar o investimento. Embora o objetivo seja tornar-se totalmente independente de energia, por enquanto a fazenda está conectada à uma rede elétrica maior. Ela coloca a energia solar na rede quando há excesso e depende da rede quando mais é necessário. Isso equivale a um balanço de energia líquido zero.

    Visita à caldeira solar que aquece a água do Eco Lodge.

    Para a caldeira de água solar, na maioria das vezes o tanque de água quente não está conectado à rede. Então acontece de não haver sol o bastante durante o dia para aquecer suficientemente o tanque para os banhos quentes. Mas se for um dia nublado e quisermos tomar banho, temos que lembrar de ligar o disjuntor da caldeira de água para conectá-la à rede e deixá-la aquecer por algumas horas. Caso contrário, é um banho frio MUITO refrescante. Preferimos ficar sujos nos dias em que esquecemos.

    Este é um exemplo dos tipos de pequenas mudanças que precisaremos fazer à medida que mudamos nossos sistemas de energia de combustíveis fósseis para energia eólica e solar.

    Como o povo do Uruguai, que está liderando uma transição energética que não sacrifica o conforto humano, talvez tenhamos que organizar nossas tarefas mais intensivas em energia nos períodos em que o vento e o sol são mais abundantes. Para mim, essas pequenas mudanças valem totalmente os benefícios de não liberar mais carbono na atmosfera evitando poluir ainda mais o ar que respiramos.

    Conectado a Terra

    A vista da manhã de uma janela do Eco Lodge.

    Acordamos às seis da manhã com a luz do dia passando por entre as cortinas e o canto dos pássaros. Esfrego os olhos, coloco os pés no chão de madeira de acácia e afasto as cortinas para ver que vistas a Mãe Natureza está nos presenteando hoje. Às vezes é um mundo exuberante de névoa, às vezes é um sol brilhante e uma brisa e, às vezes são nuvens fofas que cobrem o vale abaixo. Muitas vezes, abro as janelas para olhar para o telhado verde e levo alguns minutos respirando o ar fresco da montanha.

    As nossas crianças gostaram de brincar neste espaço.

    Depois de me vestir para um dia de trabalho na fazenda, desço a escada em espiral para ver meus filhos brincando em frente às janelas de vidro de parede a parede que se abrem para o terraço. Não me canso dessa vista deslumbrante. Meus dedos dos pés tocam o azulejo frio e eu me arrasto até a cozinha de conceito aberto para tomar o café da manhã.

    Após o café da manhã, caminhamos pela estrada da fazenda até a Colmeia, onde começam as atividades do dia. Esta é uma das minhas partes favoritas. Saímos bem no meio da fazenda sem saber o que o dia nos reserva. Talvez seja um encontro com uma vaca, uma boa conversa com outros voluntários, um tempo reflexivo plantando milho entre as mudas de abobrinha, ou o trabalho manual satisfatório de coletar esterco de vaca ou cavar uma vala para iniciar um galpão bioconstruído.

    Depois de um dia inteiro de trabalho e aprendizado, muitas vezes paro nos campos a caminho de casa para pegar um pé de alface e algumas cebolinhas para fazer uma salada para acompanhar o jantar. Talvez tenhamos também couve-flor assada da plantação ou lentilhas com couve que é cultivada na fazenda. É lindo viver tão perto da comida que estamos comendo e entender o amor e o respeito que foi necessário para cultivá-la.

    A montanha Focinho do Porco, visto do Eco Lodge.

    Quando o sol se põe, olho para os cumes das montanhas que cercam o Eco Lodge. Lá está o Focinho do Porco, meu favorito, que se sobressai aos demais ao longe. É uma experiência especial ficar em um lugar como este, abrigado pela madeira, pedra e terra que se formaram nesta área ao longo de décadas e milênios. Eu sei que nem sempre estaremos em um lugar tão bonito, mas espero recriar esse sentimento de conexão com a terra em qualquer lugar que acabemos chamando de lar.